Galeria de arte do Fairmont Rio

Galeria de arte do Fairmont Rio recebe obra de Isabel Becker  

Com curadoria de Christiane Laclau, espaço ganha a mostra fotográfica “Luz na Sombra”, que apresenta um olhar singular sobre o modernismo brasileiro

O Fairmont Rio tem a arte como um dos pilares principais. O hotel faz uma homenagem ao criativo cenário artístico nacional através da parceria com Christine Laclau, curadora, gestora e art advisor especializada em arte contemporânea. Com seu olhar apurado, ela traz à cena no mês de abril, a artista carioca Isabel Becker e sua mostra fotográfica “Luz na Sombra”, que ficará exposta até julho.

 Composta por sete fotografias, a obra apresenta um novo olhar sobre o modernismo brasileiro, a cidade construída, monumento da arquitetura modernista brasileira. Isabel Becker dá uma pausa na luz suave dos retratos que fez ao longo da sua carreira e no clima fresco do Arpoador ao final da tarde, para se lançar em caminhadas pelas quadras racionais da capital nacional em busca dos mestres modernistas, debaixo da luz dura, quente e implacável do meio-dia. 

 As fotografias que compõem a exposição “Luz na Sombra” evocam este movimento da artista com força e delicadeza, antagonismo que ela procura trabalhar, assim como o interno/externo, o fechado/aberto, o duplicado/diferente, o fixo/móvel, o permanente/fugaz. Isabel Becker cria um lugar de relação, elaborando uma triangulação entre a cidade e a arte que encontramos nela, além de sua própria obra – que emerge a partir das duas primeiras: um trio associado por uma relação particular com a luz.  

 “Valorizar a cultura brasileira, nosso maior patrimônio, mostrar através do meu olhar Brasília, nosso mundo a céu aberto. Soma-se a isso a importância da arquitetura bioclimática, com materiais como brise-soleils e cobogós, peças que inseridas em projetos promovem privacidade e sustentabilidade. Fator primordial na atualidade”, conta a artista Isabel Becker. 

Cobogó e sustentabilidade conversam entre si 

O cobogó surgiu na década de 1920, em Recife, e teve seu nome oriundo da junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores: Coimbra, Boeckmann e Góes. Por trás da beleza dos elementos vazados, há também um viés sustentável: eles possibilitam maior luminosidade e ventilação no interior de um imóvel. 

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